Projeto Maria Flor anima mães da Casa Ronald |
As mães de hóspedes da Casa Ronald ganharam um alegre presente no dia 19 de Junho: o nascimento do projeto Maria Flor.

Na inauguração do projeto foram semeadas lindas flores
Este trabalho propõe uma reflexão sobre a expressão feminina nas suas diferentes maneiras de manifestação, na intenção do resgate da identidade, visando a valorização do ser – normalmente posto em segundo plano em função da possibilidade da perda de seu filho, do afastamento de sua família, do seu meio sócio-cultural e, muitas vezes, profissional. Além disso, o projeto também visa a comercialização de produtos criados por estas mulheres para arrecadação de renda no período em que estão afastadas de seus lares e empregos.

Mães da Casa Ronald ficaram animadas com o projeto
Comandado pela arteterapeuta Rosângela Esper, o projeto Maria Flor foi inaugurado com sucesso entre as mães de hóspedes da Casa Ronald. Todas presentes na instituição fizeram questão de comparecer e garantiram a participação toda a semana.

Mãos à obra desde o primeiro dia de projeto
“Eu adorei! Vou me dedicar bastante nas aulas, pois essa é uma forma de aprender coisas novas e quem sabe, mais tarde, conseguir até mesmo vender as peças e ganhar um dinheirinho extra. Agora é assim, tudo que a Casa me oferecer de curso, eu quero participar”, contou satisfeita Solange, mãe da pequena Kaylani.

Rosângela Esper reunida com as mães da Casa Ronald
“Quero agradecer o carinho de todos e pela possibilidade de levar essa grande alegria para as mães da Casa. As outras mães que não puderam chegar a tempo, confirmaram presença na próxima semana e todas adoraram as nossas propostas de trabalho, pois querem aprender as técnicas apresentadas por nós”, comentou a coordenadora do projeto e arteterapeuta Rosângela Esper.

Gerente Geral Sérgio Carvalho, a presidente Sonia Neves e o funcionário Carlos Albertos prestigiaram a inauguração
“Este é um Projeto dedicado a todas as “Marias”, que chegam à Casa Ronald Mc Donald vindas das mais variadas partes do país, trazendo pelas mãos os filhos e, como bagagem, a força, a garra de lutar pela vida e na maioria das vezes um grande medo”, falou Rosângela sobre o projeto.